segunda-feira, 21 de maio de 2012

Infância e Adolescência Missionária: 169 anos de evangelização

Infância e Adolescência Missionária: 169 anos de evangelização



A Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM) comemorou neste sábado, 19 de maio, 169 anos de fundação. Nascida na França, em 1843, foi fundada por dom Carlos de Forbin-Janson (1785-1844) um bispo que viveu a paixão pela salvação das crianças chinesas, destinadas, pela pobreza e a ignorância, a morrer sem receber o batismo.

O desejo do fundador era de ir a China, onde a França tinha relações políticas e econômicas, porém se lhe pediu permanecer na França, para que anunciasse a Palavra em sua pátria de origem. Assim, ele fundou a Sociedade da Missão e se converteu em um dos mais ferventes pregadores em sua pátria e em outras partes. Cuidava muito das relações com os missionários que haviam partido à China e, através deles, chegou a conhecer a triste situação das crianças que pertenciam a famílias pobres ou em dificuldade.

A sensibilidade de dom Carlos tinha justificativa: as crianças chinesas, apenas nascidas, eram eliminadas, de maneira especial se eram meninas e se tinham algum defeito. Os missionários pediam ajuda para salvar as crianças, para acolhê-las nas missões, onde eram batizadas e educadas cristãmente. Foi assim que o bispo assumiu o problema e começou uma obra de sensibilização.

Nasce uma nova Obra Missionária
Dirigida de criança para criança. Essa foi a grande novidade da nova Obra Missionária criada pelo bispo. O bispo chamou a atenção dos pequenos sobre a situação das crianças chinesas e lhes pediu a disponibilidade para ajudar à Igreja a salvar aos pequeninos que morriam sem receber o batismo. A nova Obra, que se chamaria primeira de Santa Infância tinha um compromisso muito importante instituído pelo seu fundador e que até hoje faz parte de sua essência. Uma Ave Maria ao dia e uma oferta ao mês.

De acordo com o secretário nacional da IAM no Brasil, padre André Luiz de Negreiros, “as crianças se mostraram de acordo e, com a oração, o sacrifício e os gestos de solidariedade, deram início a uma competição de ajuda universal que continua ainda hoje salvando as crianças de cada continente”.

Ainda segundo o secretário, a fundação da IAM significou o nascimento de uma Obra missionária cujos protagonistas seriam elas próprias, evangelizando-se entre si no mundo inteiro. “Desde seu nascimento, a Santa Infância se configurou como um itinerário da fé que, levando a missão ao coração dos pequenos, lhes fazia descobrir a alegria de servir aos irmãos. Com esta Obra, as crianças se converteriam muito cedo em sujeitos ativos da evangelização”, sublinhou.

IAM no Brasil
Padre André comenta que a IAM tem presença marcante no Brasil e vive um momento frutífero. A prova disso, de acordo com ele, é a abertura para a universalidade da Missão e a oferta dos cofrinhos das economias das crianças e adolescentes  que, em 2011, somou pouco mais de 20 mil reais. Ele comemora também a presença da IAM nas comunidades, paróquias, escolas e creches, além de parcerias com entidades como Conselhos Tutelares e Programas de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). No Brasil, a presença da IAM se faz necessária também, segundo o secretário, pelas diferenças sociais tão presentes em nossa realidade. 

Para ele, a presença da Obra tem como um dos seus objetivos trabalhar a dimensão da partilha e, com isso, aliviar o sofrimento das crianças.

Para celebrar a data, padre André sugere que as crianças rezem  uma Ave Maria pela data e já convida as crianças e adolescentes do Brasil a se prepararem para os 170 anos da Obra, ano que vem e para o ano da IAM (2013-2014).

domingo, 13 de maio de 2012


Queridos,
Assessores (as) da Infância e Adolescência Missionária
É com grande entusiasmo que convidamos vocês a participarem
Do nosso encontro de Formação que acontecerá dias
19 e 20 de maio, na casa de retiro São Bento.
Não deixe de participar!!!!  
De todas as Crianças e adolescentes do mundo sempre amigos!!!
Atenciosamente, Ir. Jade e Ir. Enineia  

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Divulgado o relatório dos cofrinhos da IAM de 2011

Divulgado o relatório dos cofrinhos da IAM de 2011



A Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM) divulgou no dia 05 de abril o relatório dos cofrinhos da IAM referente ao ano de 2011. De acordo com os dados enviados pelos grupos espalhados por todo o Brasil, os cofrinhos arrecadados vieram de 124 (arqui) dioceses, colégios, universidades; de 186 paróquias e 118 cidades de todas as regiões do país. O valor arrecadado, atualizado 12 de abril, foi de R$ 22.041,12 (vinte de dois mil, quarenta e um reais e doze centavos). 

Para onde vai o dinheiro arrecadado
A IAM, através do dinheiro arrecadado com os cofrinhos, financiam três mil projetos  no mundo inteiro, desde 2004. “São projetos que protegem a vida, tais como centros para crianças órfãs, casas de acolhida para crianças de rua ou assistência  de saúde aos recém-nascidos e escolas infantis são prioridades”, explica padre André. “Também há projetos que visam a formação cristã mediante a construção de salas para o catecismo, edição de publicações religiosas e animação missionária entre as crianças”, completa. O continente que mais ajuda recebe é o africano com 52% do total arrecadado. Em seguida aparece a Ásia, para onde é destinado 40% dos donativos. A América Latina aparece em terceiro e, em seguida a Oceania. Os dois últimos recebem juntos 8% do total.

Como surgiu a ação concreta da IAM
Quando o bispo francês dom Carlos Augusto de Forbin-Janson fundou a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária em 1843, seu desejo era que todas as crianças do mundo pudessem conhecer a Jesus e ter uma vida digna, mas que as próprias crianças com suas orações e donativos fizessem isso ajudando-se no mundo inteiro.

Por isso, as crianças da IAM cooperam materialmente com ofertas que são fruto de seus sacrifícios, as quais se destinam a obras materiais dedicadas a crianças e sua evangelização. Estas ajudas são necessárias, e destinam-se exclusivamente em favor das crianças e adolescentes. Elas, cada mês, com alegria, por que fruto do seu sacrifício, entregam uma oferta para crianças necessitadas em todo o mundo. Conforme o terceiro compromisso da IAM, as crianças e adolescentes missionários comprometem-se a “repartir seus bens com os que têm necessidade, mesmo à custa de sacrifícios”.

Confira o relatório de cofrinhos clicando aqui ou faça o download em pdf.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Expectativas da IAM



Expectativas da Santa Infância


O ano de 2012 começou cheio de boas expectativas para a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária. O caminho que a Obra percorreu no Brasil ao longo destes anos está enchendo de crianças e adolescentes que assumem o seu protagonismo com vontade de tornar o mundo mais solidário e fraterno. E precisamos avançar ainda mais envolvendo mais e mais crianças e adolescentes.

Usando as experiências das viagens pelos rincões do Brasil e com uma atenção voltada para deixar a Obra sempre com o rosto de nossas crianças e adolescentes, estamos desenvolvendo novos materiais buscando aplicar, cada vez mais, o nosso carisma em nossa terra brasileira contemplando o olhar além fronteiras.

Tendo em vista a celebração dos 170 anos de fundação, a nossa Obra se prepara para vivenciar no Brasil "o ano da IAM", que abrirá a exemplo de outros países a experiência da Jornada Nacional da IAM, um dia dedicado à prática intensa de nosso carisma: "uma Ave-Maria e uma moeda" para ajudar as crianças do mundo. Estamos preparando propostas de congressos voltados para crianças e adolescentes em nível estadual, materiais voltados a crianças na fase de alfabetização e fortalecimento da psicopedagogia dos assessores. Tudo isso já está sendo aplicado no decorrer de nossa agenda anual que, para este ano, segundo nossos controles, temos 132 encontros agendados em todo o país com as assessorias nacional,estaduais e diocesanas.

O fortalecimento de nosso trabalho se dá por meio de amor à Obra da IAM e quando sentimos as duras realidades que continuam vulneráveis as situações impostas pela sociedade globalizada que muitas vezes rouba a infância daqueles que formam o futuro da Igreja e do mundo. Vale a pena olhar para o rumo de nossa Obra que caminha com as crianças em várias situações de cativeiro. Em algumas nações também as crianças e adolescentes podem ser processados e condenados, não tem possibilidade de defesa e esperam, sem esperança, a pena. No mundo, 250 milhões de crianças trabalham como escravos nas fábricas de tapetes, de fósforos, de congelados, de brinquedos, nas minas de carvão, nas vidraçarias, nas colheitas de ervas de chá, nas fazendas de cana-de-açucar...

Em todo o mundo existem mais de 600 mil soldados. São treinados para a guerra, disparam com ousadia, mas em seus corações há muito medo. Em mais de 130 países as crianças de nossa IAM ajudam às demais crianças de todo o mundo, com orações, sacrifícios e gestos de solidariedade contemplando a manutenção de cerca de 3 mil projetos.

O saudoso Papa João Paulo II em suas santas palavras, chamava as crianças da IAM de "pequenos grandes missionários" e pedia constantemente aos envolvidos nesta Obra a prática da cooperação missionária para que não existam mais crianças abandonadas, crianças sem família, crianças de rua, crianças usadas para o tráfico de drogas, crianças assassinadas, crianças eliminadas, crianças marcadas para morrer.

Esta é a hora da IAM do Brasil e do mundo que prepara a "Igreja do amanhã", que vive o "hoje" lutando pelos direitos da criança e do adolescente para que os mesmos não sofram nenhum tipo de agressão e sejam amados e respeitados pois levam consigo sempre o amor no coração.

Oxalá, com as luzes de Aparecida, a Igreja "fomente e apoie a IAM" (DAp. 441) acreditando nesta Escola de Jesus que é um celeiro de vocações missionárias além-fronteiras.

De todas as crianças do mundo, sempre amigos!



Preparativos para o ano da IAM
Orientações para assessores (as) e crianças, para preparar a celebração do ano da IAM:

- 2013-2014: Ano da IAM - Iniciaremos no mês de maio de 2013 em comunhão com a data de nossa fundação e finalizaremos em maio de 2014. A proposta é de durante o ano motivarmos congressos estaduais para crianças e adolescentes promovendo a prática concreta de nosso carisma. Vale lembrar que estas motivações e modelo de congresso serão apresentados durante as assessorias do secretário nacional em todo o território nacional. Finalizaremos o ano da IAM com um Congresso para Assessores que pode ser nacional, em nível de Cone Sul ou, quem sabe, continental.

- Mês da IAM - Escolhemos o mês de maio devido a nossa data de fundação que foi no dia 19 de maio de 1843 e, em 2013, estaremos celebrando 170 anos. A ideia é de incentivarmos neste mês ainda mais o nosso carisma e a prática de nossa metodologia.
Jornada Nacional da IAM - A partir de 2013 celebraríamos num domingo do mês de maio, com a ajuda de tema, cartaz e celebração confeccionados a partir das ideias sugeridas na Assembleia Nacional dos Coordenadores Estaduais. Queremos que isso se repita anualmente facilitando o envio do cofrinho, envolvendo cada vez mais crianças e dando mais visibilidade à nossa Obra em nosso país.

- Novos materiais:
a. Manual da IAM - encontraremos a explicação de todos os símbolos e destacaremos o lencinho nas cores da bandeira do Vaticano com a borda na cor de cada continente para que em cada ano as crianças e adolescentes se comprometam de rezar por aquele continente. O escudo da IAM universal tamém será o símbolo da IAM no Brasil.
b. Roteiros de Encontros para crianças sendo alfabetizadas - estamos elaborando em forma de caderno, matérias lúdicas e pedagógicas visando contemplar as crianças que são levadas para a IAM por meio de seus irmãozinhos mais velhos.
c. Semana de Oração para as crianças da IAM - livreto que prepara as crianças e adolescentes para a Jornada da IAM e deve ser aplicado de acordo com o tema e o cartaz da Jornada Nacional da IAM.
d. Concurso do Hino Nacional da IAM - com as motivações do ano da IAM queremos elaborar o nosso próprio Hino, pois até o momento estamos cantando o Hino da Colômbia. Aguarem o regulamento deste concurso.
e. Reformulação de todo o material, com a aplicação de novas ilustrações e personagens da IAM do Brasil.

Vamos colocar isso em prática? Que tal tornar Jesus conhecido e amado?
Viva a IAM: futura da Igreja - futuro do mundo!

Pe. André Luiz de Negreiros
Secretário Nacional da IAM
Publicado no Informativo SIM - Jan. a Março de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CELEBRAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012

Ambiente (colocar em destaque a Bíblia, vela grande, cartaz da Campanha da.Fraternidade, crucifixo)

ANIMADOR: A vida é um grande presente de Deus. Para bem viver são necessários cuidados especiais, desde o ventre materno até a velhice.
Neste ano a Campanha da Fraternidade nos apresenta o tema da Saúde Pública. Vamos refletir e rezar a realidade da saúde cantando:

Ah! Quanta espera, desde as frias madrugadas,
Pelo remédio para aliviar a dor!
Este é teu povo, em longas filas nas calçadas,
A mendigar pela saúde, meu Senhor!
Tu, que vieste pra que todos tenham vida, (Jo 10,10)
Cura teu povo dessa dor em que se encerra;
Que a fé nos salve e nos dê força nessa lida, (Mc 5, 34)
que a saúde se difunda sobre a terra! (Cf Eclo 18,8)

ANIMADOR: O Brasil possui um sistema único de saúde. Isto significa que toda a pessoa têm direito a tudo que está ligado ao atendimento da saúde, desde os cuidados preventivos até os que são necessários, quando a doença os atinge.

LEITOR 1: Podemos nos perguntar: Como está a saúde das pessoas no Brasil? Quais as doenças mais comuns que percebemos na comunidade? Como as pessoas são tratadas nos hospitais, pronto-socorros, postos de saúde? Como trabalham os profissionais da saúde?

LEITOR 2: A Campanha da Fraternidade acontece na quaresma. Este tempo nos chama para uma conversão sincera, tendo como meta a sensibilidade, a fraternidade com os mais fragilizados. A experiência da doença, da dor, da morte fragiliza a pessoa em todas as suas dimensões.

ANIMADOR: Agora, somos convidados a tocar a cruz. Ela nos recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou.Cada participante, assume a voz de alguém fragilizado pela doença, pedindo ao Senhor que alivie o seu sofrimento.
(de forma expontânea realizar este gesto)

CANTO: Ah! Quanta gente que, ao chegar aos hospitais,
Fica a sofrer sem leito e sem medicamento!
Olha, Senhor, a gente não suporta mais,
Filho de Deus com esse indigno tratamento!
Tu, que vieste pra que todos tenham vida, (Jo 10,10)
Cura teu povo dessa dor em que se encerra;
Que a fé nos salve e nos dê força nessa lida, (Mc 5, 34)
E que a saúde se difunda sobre a terra! (Cf Eclo 18,8)

ANIMADOR: Jesus amou os doentes. Queria que o ser humano tivesse vida digna, saudável e reintegrada na sociedade. Diz o Evangelho:

TODOS:Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas deles, anunciando a Boa nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo” (Mt 4,23)

ANIMADOR: A Palavra de Deus nos aponta caminhos para a prática da solidariedade com os mais fragilizados. A parábola do bom samaritano nos indica que quem segue a Jesus precisa valorizar a importância do cuidado, pois só quem ama cuida. Vamos acolher a Palavra de Deus cantando:

A vossa Palavra Senhor, é sinal de interesse por nós (bis)
É feliz quem escuta a Palavra e a guarda no seu coração.

LEITOR 2: Leitura do Evangelho de Lucas 10, 25-37
A vossa Palavra Senhor, é sinal de interesse por nós (bis)

(fazer alguns minutos de silêncio)

ANIMADOR: A parábola apresenta sete verbos que revelam um modo de ser diante do outro. São eles: 1-ver, 2-compadecer-se, 3-aproximar-se
4-curar, 5-colocar no próprio animal, 6-levar à hospedaria, 7-cuidar.
(Distribuir os verbos aos participantes, refletir o seu sentido na prática da saúde pública. Cada participante ou grupo expressará seu compromisso em forma de oração, acendendo sua vela, em uma vela maior, representando Cristo.)

CANTO: Ah! Que alegria ver quem cuida dessa gente
Com a compaixão daquele bom samaritano. (Lc. 10,25-37)
Que se converta esse trabalho na semente
De um tratamento para todos mais humano!

ANIMADOR: Nosso grande objetivo é construir uma sociedade justa e igualitária que estimule sempre a viver a solidariedade. Em forma de credo, vamos expressar nossa esperança, nas práticas fraternas existentes:

LEITOR 1: Creio no amor de Deus, expresso no cuidado com os doentes acamados.

TODOS: ”Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8)

LEITOR 2: Creio na solidariedade dos seguidores de Jesus, sobretudo nas grandes tragédias ecológicas.

TODOS: ”Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8)

LEITOR 3: Creio na pastoral da saúde com todas as suas lideranças que testemunham com sua presença o ser “sal e luz”.

TODOS: ”Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8)
(continuar as preces em forma de credo)

ANIMADOR: Rezemos juntos a oração da Campanha da Fraternidade
TODOS: Senhor Deus de amor, Pai de bondade,nós vos louvamos e agradecemospelo dom da vida,pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores, sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversãose faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo, e que a saúde se difunda sobre a terra.
Amém.

Celebração encontrado no site: http://webdimension.com.br


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Unicef lança relatório sobre a situação dos adolescentes no Brasil

Unicef lança relatório sobre a situação dos adolescentes no Brasil


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou em 30 de novembro, em Brasília, o Relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades”. O documento analisa a situação de meninas e meninos de 12 a 17 anos a partir da evolução de 10 indicadores entre 2004 e 2009. Traz também uma análise das políticas públicas desenvolvidas no Brasil e propõe ainda um conjunto de ações a serem tomadas para garantir a realização dos direitos de todos e de cada adolescente.

Vivem hoje no Brasil, segundo os dados, 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos (incompletos), o que equivale a 11% da população brasileira. As projeções demográficas mostram que o Brasil não voltará a ter uma participação percentual tão significativa dos adolescentes no total da população.

Ainda que esse fato represente uma grande oportunidade para o País, o preconceito faz com que esse grupo populacional seja visto como problema, criando barreiras para o desenvolvimento pleno do potencial desses meninos e meninas. O relatório alerta ainda que os adolescentes têm alguns de seus direitos mais violados do que outros grupos etários da população.

Dos 10 indicadores avaliados entre 2004 e 2009, oito registraram avanços, um deles (extrema pobreza) apresentou um ligeiro retrocesso e outro (homicídios) manteve-se estável em um patamar preocupante.

O indicador da extrema pobreza entre os adolescentes, por exemplo, registrou um pequeno aumento, enquanto a tendência na população geral é de queda. Isso significa que houve um aumento da representação dos adolescentes na população pobre.

No caso dos homicídios, em 2009, a taxa de mortalidade entre adolescentes de 15 a 19 anos era de 43,2 para cada grupo de 100 mil adolescentes, enquanto a média para a população como um todo era de 20 homicídios/100 mil. Já na educação, os indicadores apontam importantes avanços no período analisado, mas o Brasil ainda enfrenta desafios nessa área. Entre os adolescentes entre 15 e 17 anos de idade, 14,8% estão fora da escola, enquanto o percentual é de menos de 3% no grupo entre 6 e 14 anos de idade.


FONTE: Unicef

Anunciado o Ano da Infância e Adolescência Missionária no Brasil


Anunciado o Ano da Infância e Adolescência Missionária no Brasil


Durante a 16ª Assembleia de Coordenadores Estaduais da Infância e Adolescência Missionária (IAM) encontro que aconteceu entre os dias 8 e 11 de dezembro, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília, o secretário nacional da Obra, padre André Luiz de Negreiros, anunciou o “Ano da Infância e Adolescência Missionária no Brasil”, evento comemorativo dos 170 anos de fundação da IAM em todo o mundo.

Os participantes do encontro, representantes de todos os estados do país, puderam sugerir materiais, diretrizes e dinâmicas de celebrações para a comemoração da data que tem início em 2013 e termina no ano seguinte. De acordo com as inúmeras sugestões, apareceram: elaboração de um livreto para a celebração do Ano da IAM no Brasil; criação de uma logomarca para a celebração; programar a comemoração em nível nacional; criar um cartaz; produzir um DVD com experiências e resgate histórico da Infância e Adolescência Missionária em material acessível às crianças, entre outros.

O secretário nacional da IAM elogiou as sugestões apresentadas. “As respostas foram muito positivas. Eles sugeriram materiais, diretrizes e até um manual para a celebração dos 170 anos. Tudo isso irá ser olhado com carinho e, a partir do ano que vem, já irá ser colocado em prática em minhas visitas aos estados”, garantiu padre André.

Padre André aproveitou para elogiar também a 16ª Assembleia anual da IAM. “Foi muito positiva, pois conseguimos alcançar nossos objetivos que foi escolher uma pessoa de cada macrorregião para me ajudar no acompanhamento dos estados e na elaboração de materiais da IAM; o envolvimento foi maior naquilo que foi pedido a eles no que diz respeito aos símbolos, comidas típicas de cada estado e na produção de material da Infância e Adolescência Missionária para as crianças que estão sendo alfabetizadas”, disse. 

Este ano, pela primeira vez, houve a presença da coordenação de Roraima. Os dois estados que não puderam participar: Paraná e Mato Grosso enviaram os materiais. Outro ponto positivo comemorado pelo secretário nacional da IAM. “Mesmo não estando aqui fisicamente, alguns estados participaram também. Enviaram relatório, prestação de contas, planejamento do ano seguinte; tudo isso facilitou os trabalhos para os próximos anos”, comemorou. Ele ainda apresentou suas expectativas para 2012. “O próximo ano será de muito trabalho. Percebi que minha agenda continua lotada para dá formações pelo Brasil. Este ano quero me doar produzindo novos materiais para que a IAM se sinta acompanhada por mim e pelas Pontifícias Obras Missionárias”, afirmou confiante o secretário.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Cada pessoa é uma palavra ambulante de Deus”, diz frei Carlos Mesters

por CNBB
Os biblistas frei Carlos Mesters e Francisco Orofino animaram os 500 participantes do 1º Congresso Brasileiro de Animação Bíblica da Pastoral, com a conferência "Jesus, Palavra encarnada, Palavra anunciada". Reconhecido pela linguagem simples e pelas histórias que usa para explicar a bíblia, frei Carlos Mesters, destacou a relação de Jesus com a Palavra de Deus e lembrou que foi escrita para ajudar a vida.

"O livro mais importante não é a bíblia, mas a vida, conforme lembra Santo Agostinho", disse. "Cada pessoa é uma palavra ambulante de Deus para os outros. A bíblia não foi feita para substituir a vida, mas para ajudar a entender a vida", acrescentou. Segundo frei Carlos Mesters, "nós podemos ajudar a revelar o reino de Deus que está nas pessoas".
Orofino, atual diretor nacional do CEBI que assina o texto da conferência junto com frei Carlos Mesters, disse que "só pode trabalhar com a palavra, quem se deixa trabalhar pela palavra". Ele apontou a casa, a sinagoga e o templo como espaços sagrados onde Jesus aprendeu a Palavra de Deus.

Segundo os dois biblistas, a escola onde Jesus aprendeu a Palavra de Deus foi a vida em casa, a bíblia, a tradição, a convivência com o povo, o trabalho, o mundo e a vida de intimidade com Deus.

Já o anúncio da Palavra por Jesus, de acordo com os conferencistas, consistiu em refazer o relacionamento humano na base; visitar o povo nas casas e recuperar a dimensão festiva da vida,;cuidar dos doentes e acolher os excluídos; ir ao encontro das pessoas e propor um caminho; criar comunidade e reconciliar as pessoas e superar as barreiras de gênero, religião, raça e classe.

"Se você quiser conhecer a Deus, olhe para Jesus. Se quiser saber como usar a Palavra de Deus na pastoral, olhe para o jeito de Jesus usar e interpretar a Palavra do Pai. Se quiser saber como fazer pastoral, olhe para Jesus, o Bom Pastor", concluíram os biblistas.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

FOME NO MUNDO


Resolver o problema da fome
não depende só dos países em desenvolvimento
Alberto Garuti
Em 1974, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, as Nações Unidas estabeleceram que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Portanto, a comunidade internacional deveria ter como maior objetivo a segurança alimentar, isto é, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.
E isso quer dizer:
  • acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente;
  • sempre: e não só em certos momentos;
  • por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos;
  • alimento para uma vida sadia e ativa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.
Os dados que possuímos dizem que estamos ainda muito longe dessa situação de segurança alimentar para todos os habitantes do planeta.
Quais são as causas?
A situação precisa ser enfrentada, pois uma pessoa faminta não é uma pessoa livre. Mas é preciso, em primeiro lugar, conhecer as causas que levam à fome. Muitos acham que as conhecem, mas não percebem que, quando falam delas, se limitam, muitas vezes, a repetir o que tantos já disseram e a apontar causas que não têm nada a ver com o verdadeiro problema. Por exemplo:
A fome é causada porque o mundo não pode produzir alimentos suficientes. Não é verdade! A terra tem recursos suficientes para alimentar a humanidade inteira.
A fome é devida ao fato de que somos “demais”. Também não é verdade! Há países muito populosos, como a China, onde todos os habitantes têm, todo dia, pelo menos uma quantidade mínima de alimentos e países muito pouco habitados, como a Bolívia, onde os pobres de verdade padecem fome!
No mundo há poucas terras cultiváveis! Também não é verdade. Por enquanto, há terras suficientes que, infelizmente, são cultivadas, muitas vezes, para fornecer alimentos aos países ricos!
As verdadeiras causas
As causas da fome no mundo são várias, não podem ser reduzidas a uma só. Entre elas indicamos:
As monoculturas: o produto nacional bruto (pib) de vários países depende, em muitos casos, de uma cultura só, como acontecia, alguns anos atrás, com o Brasil, cujo único produto de exportação era o café. Sem produções alternativas, a economia desses países depende muito do preço do produto, que é fixado em outros lugares, e das condições climáticas para garantir uma boa colheita.
Diferentes condições de troca entre os vários países: alguns países, ex-colônias, estão precisando cada vez mais de produtos manufaturados e de alta tecnologia, que eles não produzem e cujo preço é fixado pelos países que exportam. Os preços das matérias-primas, quase sempre o único produto de exportação dos países pobres, são fixados, de novo, pelos países que importam.
Multinacionais: são organizações em condições de realizar operações de caráter global, fugindo assim ao controle dos Estados nacionais ou de organizações internacionais. Elas constituem uma rede de poder supranacional. Querem conquistar mercados, investindo capitais privados e deslocando a produção onde os custos de trabalho, energia e matéria-prima são mais baixos e os direitos dos trabalhadores, limitados. Controlam 40% do comércio mundial e até 90% do comércio mundial dos bens de primeira necessidade.
Dívida externa: conforme a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a dívida está paralisando a possibilidade de países menos avançados de importar os alimentos dos quais precisam ou de dar à própria produção agrícola o necessário desenvolvimento. A dívida é contraída com os bancos particulares e com Institutos internacionais como o Fundo Monetário e o Banco Mundial. Para poder pagar os juros, tenta-se incrementar as exportações. Em certos países, 40% do que se arrecada com as exportações são gastos somente para pagar os juros da dívida externa. A dívida, infelizmente, continua inalterada ou aumenta.
Conflitos armados: o dinheiro necessário para providenciar alimento, água, educação, saúde e habitação de maneira suficiente para todos, durante um ano, corresponde a quanto o mundo inteiro gasta em menos de um mês na compra de armas. Além disso, os conflitos armados presentes em muitos países em desenvolvimento causam graves perdas e destruições em seu sistema produtivo primário.
Desigualdades sociais: a luta contra a fome é, em primeiro lugar, luta contra a fome pela justiça social. As elites que estão no governo, controlando o acesso aos alimentos, mantêm e consolidam o próprio poder. Paradoxalmente, os que produzem alimento são os primeiros a sofrer por sua falta. Na maioria dos países, é muito mais fácil encontrar pessoas que passam fome em contextos rurais do que em contextos urbanos.
Neo-colonialismo: em 1945, através do reconhecimento do direito à autodeterminação dos povos, iniciou o processo de libertação dos países que até então eram colônias de outras nações. Mas, uma vez adquirida a independência, em muitos continuaram os conflitos internos que têm sua origem nos profundos desequilíbrios sociais herdados do colonialismo. Em muitos países, ao domínio colonial sucederam as ditaduras, apoiadas pela cumplicidade das superpotências e por acordos de cooperação com a antiga potência colonial. Isso deu origem ao neocolonialismo e as trocas comerciais continuaram a favorecer as mesmas potências.
Quando um país vive numa situação de miséria, podemos dizer que, praticamente, todas essas causas estão agindo ao mesmo tempo e estão na origem da fome de seus habitantes. Algumas delas dependem da situação do país, como o regime de monocultura, os conflitos armados e as desigualdades sociais. Elas serão eliminadas, quando e se o mesmo país conseguir um verda-deiro desenvolvimento. Mas outras causas já não dependem do próprio país em desenvolvimento, e sim da situação em nível internacional. Refiro-me às condições desiguais de troca entre as várias nações, à presença das multinacionais, ao peso da dívida externa e ao neocolonialismo. Isso quer dizer que os países em desenvolvimento, não conseguirão sozinhos vencer a miséria e a fome, a não ser que mudanças verdadeira-mente importantes aconteçam no relacionamento entre essas nações e as mais industrializadas.
FONTE:  PIME ( MUNDO E MISSÃO)

sábado, 22 de outubro de 2011

Missão




















Missão é partir
Caminhar...
Deixar tudo, sair de si.
Quebrar a crosta do egoísmo que
nos fecha no nosso eu.

É parar de dar volta ao redor de nós mesmos,
como se fôssemos o centro do mundo e da vida
Missão é sempre partir, mas não devorar quilômetros.
É sobretudo abrir-se aos outros como irmãos,
descobri-los e encontrá-los.

E se encontrá-los e amá-los é preciso atravessar os mares e voar
lá nos céus.
Então missão é partir até os confins do mundo.
Dom Hélder

terça-feira, 11 de outubro de 2011

    POESIA CRIANÇA     
     (Beatriz Junqueira Accorsi)
     Criança doce e querida, Visão de amor e pureza! Do mundo és a esperança! És força, mesmo indefesa. Aos céus, minh'alma se eleva Ao contemplar-te, criança! Sorris, feliz, sem malícia: Dos anjos és a lembrança. Quem dera, tu só crescesses No corpo e mente, criança! E o coração teu, tão puro, Nunca sofresse mudança! Se te imitassem os homens, Na tua meiga pujança, Construiriam um mundo De Fé, de Amor, de Esperança! Criança doce e querida, Fico a te olhar com ternura, Querendo ser como tu, Assim tão simples, tão pura!

domingo, 25 de setembro de 2011

Perguntas sobre a missão

1. Nossa fé na Santíssima Trindade está declarada no Credo. Nesta oração, se repete a palavra “creio” ...... vezes. RESPOSTA: Três vezes
2. São Paulo foi o grande missionário, denominado de “Apóstolo dos Gentios”. Suas epístolas foram em número de RESPOSTA: Treze
3. No Continente Africano, 15,73% da população pratica as religiões tradicionais africanas, 35,70 % são cristãos e 48,13% são RESPOSTA: Muçulmanos
4. Foi proclamado o Padroeiro Universal das Missões. Desejou anunciar Jesus ao povo chinês, mas morreu no litoral da China. RESPOSTA: São Francisco Xavier
5. Viveu sempre enclausurada, no entanto foi proclamada Padroeira Universal das Missões. RESPOSTA: Santa Teresinha do Menino Jesus
6. Jesus disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Este envio missionário de Jesus está no capítulo 16, versículo 15 do Evangelho de RESPOSTA: São Marcos
7. País e capital do Continente Americano cujos nomes são uma homenagem a Jesus.
RESPOSTA: País – El Salvador, capital – San Salvador
8. Jesus ensinou o Pai Nosso. Esta oração se encontra no Evangelho de São Mateus, Capítulo ......, do versículo ...... ao versículo ...... RESPOSTA: Mateus 6, 9 a 13
9. Continente que mais enviou missionários pelo mundo afora. RESPOSTA: Continente Europeu
10. Missionária norte-americana assassinada no Brasil, em 2005, aos 73 anos, por defender os trabalhadores do campo. RESPOSTA: Irmã Dorothy Mae Stang
11. Fundador de um Instituto Missionário que propôs "Salvar a África com a África", teve seu primeiro milagre reconhecido em São Mateus, Espírito Santo, Brasil, em 10 de outubro de 2003. A favorecida foi uma criança brasileira afro-descendente. RESPOSTA: São Daniel Comboni
12. “Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe”. Este envio de Jesus está no capítulo 10, versículo 2 do evangelista RESPOSTA: São Lucas
13. Padre, beatificado em 1995 por João Paulo II, morreu de lepra após ter trabalhado a vida inteira entre os leprosos na ilha de Molokai, no estado norte-americano do Havaí. RESPOSTA: Padre Damião de Molokai
14. Continente no qual somente 3% da população é católica. RESPOSTA: Ásia
15. Continente que recebeu milhares de africanos para o trabalho escravo. RESPOSTA: América
16. Isaías fala da missão de Jesus no capítulo versículo 1º do capítulo RESPOSTA: 61
17. Continente no qual vivem 27 milhões de pessoas espalhadas em 10.000 ilhas. RESPOSTA: Oceania
18. Bispo de Nancy, na França, fundou a Obra da Santa Infância Missionária ano de 1843. RESPOSTA: Dom Carlos Forbin Janson

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CAMPANHA MISSIONÁRIA 2011


“A Campanha Missionária deste ano nos conscientiza de que é preciso cuidar do planeta que Deus deixou a todos nós. A ligação ‘Missão na Ecologia’ vem justamente reafirmar a importância de cuidar da mãe terra para a sobrevivência da humanidade”.

A afirmação acima é do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio Braschi, durante a coletiva de imprensa que lançou a Campanha Missionária de 2011, na tarde desta quarta-feira, 21, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília.

De acordo com dom Sérgio, a Campanha sugere uma mudança de atitude e de comportamento para que possamos viver de maneira saudável no planeta. “Estamos numa sociedade globalizada em que o materialismo às vezes prevalece e com isso a ganância do ser humano para explorar os bens da natureza que faz com que se esgotem os seus mecanismos de sobrevivência para todos nós”, exortou.

Para o secretário executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina) e assessor nacional da Comissão para a Animação Missionária da CNBB, padre José Altevir da Silva, o mês de outubro não deve limitar a dimensão missionária. Segundo ele, é o momento para dar visibilidade à dimensão missionária da Igreja que deve preencher de maneira integral a vida dos cristãos batizados. “Outubro não é o mês missionário, todos os dias da vida são missionários. Outubro vem apenas para fortalecer e dar visibilidade às atividades missionárias da Igreja e por isso devemos viver oportunamente nas comunidades a essência missionária desenvolvida pela Campanha Missionária através da temática proposta a cada ano”.